Friday, August 08, 2008

108 - Light on Last Life

What is this universe? What make i here? I´m not Godhead!
Por este motivo estou me dagradando a cada instante, meu corpo se deteriora pela poeira do tempo, lastimável ver minha vida escorre por entre os ares vitais...
One exit...
Knowledge, is the fortune! busquei em vão minha felicidade em coisas fúteis. Agora meus pés nâo pisam a mesma terra e todos os aromas atravessaram meu cérebro como um raio x.



The Supreme Is Infinite And Therefore Cannot Be Fully Comprehended God is beyond the reach of the senses, beyond words and even beyond the mind. Being Infinite, He cannot be brought within the compass of limited knowledge. One cannot know how He directs the senses, mind, etc. However, He does not remain altogether unknown, but is not completely known because of His infinite nature. He is unique, distinct from and Superior to all known things manifest or unmanifest. He cannot be known through speech, mind, eyes, etc., but knows all that is known through these and regulates them. He is immanent in all the jiiva-s and directs them, but He is not identical to them.

Me enganaram dizendo que eu também era Deus!

Those who think that they know Him fully do not really know Him, as they have not comprehended His Infinite nature. On the other hand, those who think that they do not know Him fully, know Him, as they have realised His Infinite nature. The knowledge of God to the best of one's ability is adequate for one's salvation. The presence of God as the Inner resident and controller of all is brought out by an interesting story of ahaMkaarakhaNDana (humbling the pride) of Agni, Nasikya Vayu and Indra in this Upanishad.

Tapas, Dama And Karma -- Means Of Spiritual Progress The Upanishad concludes its teaching by stating that tapas (penance), dama (subduing the senses) and karma (prescribed action) are the means to obtain spiritual knowledge. The Vedas, Vedangas and Mimamsa constitute the source Literature of philosophical inquiry.

The exposition of the sarva-prerakatva and the sarvottamatva of the Supreme Lord is the key note of this Upanishad. E a chave para sair deste mundo material. Amor transcendental...

Fala o autor

Este trabalho literário continua, porém não estará mais disponível todos os capítulos seguintes. Estaremos postando aleatoriamente alguns capítulos.




Se você estiver interessado em conhecer todos os capítulos do livro completo entre em contato comigo pelo email, ou deixe um comentário no post. Estarei entrando em contato.
Este livro estará disponível em e-book. Ainda em progress.
Por enquanto, boa leitura.

Monday, June 09, 2008

Capítulo 43 – O Alvo


Enquanto aguardava qualquer reação através do trinco da porta, um girar da maçaneta ou um arrombamento. Ele, encostado na parede ao lado da porta, deixava escorrer pela tinta clara riscos de suor de suas costas sem camisa.

Depois de alguns cinco minutos nesta tensão Fausto não ouvia mais som algum ecoando no corredor. Bruscamente abre a porta e olha de forma cortante para o lado direito e, do outro lado, no final do corredor em frente ao clarão da vidraça que refletia alguma luz forte viu alguém caminhando em direção à sua porta. Encostou suavemente o trinco e virou a tranca. O som dos passos aumentava enquanto mais se aproximava da porta. Ele parecia estar ouvindo este alguém do outro lado dizendo para si mesmo: 343. É aqui.

Toctoctoc.

Fausto não pensou em nada, apenas agiu como impulsionado por uma corrente elétrica e um choque cerebral.

- Quem é? Perguntou ele.

- Sir Rama. Senhor, por gentileza, gostaria de lhe informar que terá que trocar de quarto ainda hoje, disse a voz do corredor.

- Como assim. Por que terei que trocar de quarto?

- Estamos recebendo mais alguns hóspedes e não há mais nenhum quarto triplo. Teremos que usar este 343. Sinto muito senhor.

- Está bem. Em dez minutos deixo o quarto.

- Sim senhor. Eu volto para conduzi-lo ao outro quarto, senhor.

Ele não quis entender como outras coisas que ele não fazia questão de entender. Coisas banais que ganhavam um ar de estranho quando ocorriam não ao acaso, mas premeditado por algum ser mal intencionado.

Que loucura é esta?! São dez e cinqüenta e quatro da noite e este maluco quer que eu troque de quarto! Pensou alto Fausto. Dirigiu-se para a janela dos fundos de onde vinham vozes que se mesclavam com o som escuro sombrio. Debruçou-se olhando para o que acontecia nas diferentes vidas que vinham a sua vista. Casais curtindo na mesa do bar. Algumas pessoas e grupos de amigos saindo do shopping. Outros jovens bebendo e fumando debaixo de algumas árvores. Ao se distrair um pouco com as cenas Fausto nota com surpresa que havia no para peito, bem no canto, um mini binóculo bushnell. O que faz isto aqui? – exclamou, alguém deve ter se esquecido. Vou curtir vendo de perto tanta demência. E olhando pelas janelas notou algo muito estranho. Mais estranho do que qualquer coisa que já avia visto. Não só estranho como também suspeito. Num bloco a frente, num andar abaixo ele viu um grupo de homens (quatro ou cinco) gesticulando e portando armas. Um, apoiado numa mesa com uma luz focal ao centro segurava um objeto que Fausto consegui identificar como sendo uma granada e uma enorme dinamite de seis gomos. Meio que sem saber se era isto mesmo que estava vendo, ele tirou duas vezes o binóculo dos olhos tentando certificar-se. Mas era isto mesmo. Ele então passou a tentar ouvir pelos gestos da boca o que diziam: amanhã, workshow, cálidas, terrorizar, morde. Até que notou a presença de um tal que chegara fazendo com que todos parassem o que estavam fazendo e se dirigiram a ele como que esperando alguma novidade. Um deles vai até a janela e olha em direção a Fausto e chama outros dois até a janela. Quando Fausto percebe o que havia acontecido já era tarde. Um deles saca o revolver e atira. Os estilhaços do vidros da janela jogou Fausto no chão que deixou o binóculo cair no pátio. Ele estava bem. Sem ferimento. - Agora entendo porque estava tão aflito. Tenho que correr. Lá fora alguns gritos pareciam ter notado os tiros, mas eram apenas gritos de celebração que calaram a dor sonora do disparo.

Agora só há um verdadeiro problema, eles sabem que vi algo a mais do que deveria, concluiu Fausto. Correu para arrumar suas coisas. Jogou tudo dentro de sua mochila e na pequena mala. O laptop já estava no bag. Abre a porta e no corredor avista o homem chegando até ele. Aquela luz forte no final do corredor já estava apagada, o que dificultada poder identificar quem estava se aproximando. Ele então acende a luz defronte sua porta e tentando demonstrar calma fecha com a chave.

- Não precisa trancá-la, caro senhor. Disse o homem olhando para dentro dos olhos de Fausto enquanto levava a mão à cintura.

Era a mesma voz. Sir Rama. Mas na luz Sir Rama era o mesmo que havia entrando na sala onde estavam os atiradores. E tarde ou não, Fausto havia entendido o que estava acontecendo. Nem só de monotonia vive-se a vida. Todo o jogo estava montado. Fausto era agora a peça principal que deveria ser liquidada.

Sunday, June 01, 2008

Capítulo 42 – A Virada



Tentando, sem perceber, cumprir o motivo de sua vinda - como havia revelado ao recepcionista -, ele inevitavelmente pensou em sua vida até o presente momento. Não foi longe. Limitou-se ao momento em que chegou à porta do hotel. Como se nada do que vivera antes realmente tivesse existido. Um ponto crucial. Diante de tanta frivolidade todo o vivenciado era um simples deixar para trás.

- Este momento é o mais importante de toda minha vida! Tudo está nele..., os ruídos e afazeres mórbidos do hotel, da rua lá fora, das satisfações e desesperos de cada um que ao longe, dentro do hotel, ouço enquanto todas as minhas esperanças se resumem numa última respiração.

Ainda imóvel no mesmo local de sua origem, Fausto identificou sua perplexidade diante do inesperado.

– Estou prestes a morrer!

- Mas que garantia tens tu de permanecer até o próximo chá? Perguntou sua mente.

- De que não serei o que havia planejado para mim mesmo. De que o viver se estabelece na poeira leve e imperceptível do tempo despreocupado, do tipo de poeira que se acumula delicadamente sobre os livros, sobre a escrivaninha e o laptop. A poeira que sem necessidade alguma cobre a alma, cega os olhos e entorpece a determinação.

Não era outra coisa que motivara a resposta de Fausto a não ser o breve medo atravessado de relance pela fechadura.




Saturday, May 17, 2008

Capítulo 41 - A Fechadura



Do lado de fora, pela fechadura da porta, alguém acompanhava cada detalhe do drama mental enfrentado por Fausto naquele momento. O brilho da luz, talvez do sol ou da lâmpada do teto – a pessoa que estava sacando pela fechadura não estava consciente do horário, se dia ou noite –, mas o que importava naquele contexto era saber o que se passava na existência de Fausto. E isto ela estava conseguindo detectar. Tudo estava tendo efeito, como já era de se esperar.

Rumores no corredor. Ela, a pessoa espiã, sem intenção esbarrou sua testa na porta, provocando certo estrondo. Uma dor brilhante e memorial chamou a atenção de Fausto. .

Eu não sábia o que era, mas diante de tantos imprevistos e suspeitas encontradas neste hotel, o mínimo que eu pude fazer foi dirigir-me à porta e preparar-me para o pior. Como sabemos, este mundo é um local de perigo a cada passo. O calor agora toma conta de todo o meu corpo e meu sangue ferve numa circulação explosiva. A situação toda traz à memória cenas de filmes terroristas, mesmo que eu não tenha a menor atração por filmes sensacionalistas de holliwood. Um cheiro de morte apavora meus sentidos enquanto minha saliva desce seca pelas traquéias. Duas alternativas eu teria neste momento: ou concretizar minha sensação de morte, que segundo um velho sábio da índia o ser humano pode pressentir a chegada de seu momento derradeiro, assim como os animais pressentem a chegada de seu executor assim que entram e sentem o clima do matadouro; ou entender que tudo não passou de um grande delírio alucinatório causado pela própria atmosfera esquizofrênica do mundo material e, consequentemente, deste hotel miserável.

Saturday, July 21, 2007

Espaço Místico no Tempo

Um universo na ponta dos dedos




E os pensamentos de Estefânio passa pela mente de muitos amigos. Para onde estamos indo? Quem está dirigindo? Como vim parar aqui?

Assustada com suor e saliva, Anna fechou os olhos e pensou em Krishna...

Sunday, June 24, 2007

Capítulo 40 - A Beira



De si mesmo. Estefânio olhou para seus pés e por alguns instantes sentiu algo quente correndo por suas veias, começando pelos pés, que agora estava descalço e pisando no assoalho quase frio da madeira envelhecida do quarto onde se hospedara. Um calor estranho e sugante. E ele pensou: ‘estou sendo arrastado por algo, para dentro da boca do tempo, que está me devorando como um pitbull violentado por seu dono. Estou sendo devorado e nem mesmo meus sentimentos tem peso dentro de mim, nem mesmo meus pensamentos ganham asas douradas e voam para fora desta gaiola elementar, nem mesmo minha voz ganha os ouvidos de cada célula e átomo varrido pelo tempo. O que me resta é apenas deixar este sulco brutal de sucção sugar-me por todos os poros até os ossos da arquitetura de toda a minha vida. E eu que nunca pensei em morrer, que sempre acreditei ser eterno diante deste grande rio que flui feito vento e tempestade. ’

O sangue continuava quente até sua cintura. Suas mãos começaram a se umedecer ao entrar em contato com o seu rosto. De seus olhos saiam lagrimas sem sabor. E os segundos ganharam uma eternidade para se concretizar em cada movimento. Ele não estava morrendo, mas sua mente acreditava no óbvio: estou morrendo!

Friday, June 15, 2007

Capítulo 39 - A Crise


Abate-se a qualquer momento. Como uma incompatibilidade entre a forma e o conteúdo. Mais claramente dizendo, entre o corpo e a alma. Mesmo estando tudo aparentemente em seu lugar ainda sentia minha mente em completa desarrumação. Era como se houvesse vislumbrado um tornado rasgando todos os meus pensamentos. Uma triste lembrança de impactos passados em anos luminosos e vespertinos. Lembranças de cumes idealistas varrendo antigos dias. Músicas, poesias, pinturas e bicicleta.